PODE CONTER SPOILERS!

A seguir, a tradução da Play Magazine, edição que trouxe as novas screens (inclusive da mansão de Lara em chamas) de Tomb Raider Underworld.

"Na hora em que vimos Lara Croft em sua roupa de mergulho, nós percebemos que Tomb Raider Underworld seria como um retorno às raízes. As reclamações eram de que Tomb Raider Legend tinha perdido o foco da série, que parecia um replay das antigas aventuras da heroína só que sem os quebra-cabeças, mistérios e fases enormes que colocaram a série do topo.

Qualquer fã com experiência sabe disso. Legend não era nem de perto horrível como Angel Of Darkness, então os fãs engoliram isso - por outro lado, Tomb Raider Underworld, que finalmente colocamos as nossas mãos depois de tantos longos meses de poucas informações, volta com aspectos que os fãs já tinham até esquecido na série nas versões de Tomb Raider da Crystal Dynamics. Nós não estamos dizendo que esse é o melhor Tomb Raider da série, mas ele coloca a série nos eixos novamente.

Um ponto alto em Tomb Raider Underworld é na estrutura do jogo, onde foi melhorado o modo de atirar em terceira pessoa visto em Legend, para uma melhor jornada por grandes e antigos ambientes. Há apenas seis fases principais em Underworld, mas espera-se que algumas delas ultrapassem duas horas de jogo, no estilo dos primeiros jogos produzidos pela Core Design. Os produtores querem os jogadores irritados com as arrepiantes, longas e aparentemente impossíveis tarefas.

A diferença é que muitos quebra-cabeças de Underworld são enormes e podem ser resolvidos de diversas maneiras. Nós não queremos dizer que você pode fazer o que quiser para resolvê-los, pois os caminhos disponíveis são limitados de certa forma, mas há a possibilidade de escolha para qual caminho levar. Em uma das tarefas que completamos, Lara tinha que cruzar uma área com vários espinhos nas paredes sem ser ferida. Não era possível ir a nado por baixo, pois o tempo que isso levaria faria com que fosse esmagada no momento que chegasse aonde queria chegar."

traduzido por Hugo Salustiano